Linha SUV da Opel lidera evolução para a nova norma de emissões | Media OPEL Portugal

Linha SUV da Opel lidera evolução para a nova norma de emissões

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Qui, 28/06/2018 - 12:15


  • Crossland X, Grandland X e Mokka X já cumprem a futura norma Euro 6d-TEMP;
  • Crossland X e Grandland X: novos motores a gasolina e a gasóleo;
  • Alguns pormenores das novas normas e ciclos de teste.

 

A Opel está na linha da frente da implementação da nova norma de emissões Euro 6d-TEMP, que inclui medições efetuadas em estradas públicas (RDE, Real Driving Emissions). A marca tem, presentemente, 85 motorizações novas que já cumprem a futura regulamentação, destacando-se a linha SUV: Crossland X, Grandland X e Mokka X.

Com a transição para a Euro 6d-TEMP, o Crossland X e o Grandland X recebem uma nova geração 1.5 Turbo D a gasóleo. Neste motor de quatro cilindros, a cabeça e o cárter são construídos em liga leve de alumínio. As quatro válvulas por cilindro são acionadas por dois veios de excêntricos à cabeça.

O Opel Crossland X dispõe de uma versão 1.5 Turbo D especialmente económica que debita 102 cv de potência. Com caixa manual de seis velocidades, os valores de consumo[1] são de 4,7 l/100 km em ciclo urbano, 3,5 l/100 km extraurbano e 4,0 l/100 km e 105 g/km CO2 misto. O binário máximo atinge 250 Nm logo às 1750 rpm.

O SUV compacto Opel Grandland X disponibiliza a variante de 130 cv do mesmo turbodiesel 1.5, mas aqui dotado de turbo de geometria variável. Com caixa manual de seis velocidades acoplada, apresenta consumos[1] de 4,7-4,7 l/100 km urbano, 3,9-3,8 l/100 km extraurbano e 4,2-4,1 l/100 km e 110-108 g/km CO2 misto. O binário máximo de 300 Nm é atingido às 1750 rpm.

O Grandland X 1.5 Turbo D está também disponível com uma avançada caixa automática de oito velocidades que, além de garantir passagens impercetíveis, contribui para obter baixos consumos de gasóleo e baixas emissões (4,5-4,4 l/100 km urbano; 4,0-3,9 l/100 km extraurbano; 4,2-4,1 l/100 km e 109-108 g/km CO2 misto).

No sentido de otimizar o tratamento dos gases de escape, o sistema de redução de emissões do novo 1.5 Turbo D - que consiste de um catalisador passivo de oxidação/absorvente de óxidos de azoto (NOx), injetor de AdBlue, catalisador de redução seletiva (SCR) e filtro de partículas Diesel (DPF) - está agrupado num único módulo compacto, o mais próximo possível do motor. O absorvente de NOx atua como catalisador de arranque a frio, reduzindo as emissões de óxidos de azoto a temperaturas abaixo do arranque ideal do SCR.

Da gama do Grandland X faz ainda parte a versão 2.0 Turbo D dotada de um quatro cilindros Diesel com 177 cv de potência (5,3-5,3 l/100 km urbano; 4,6-4,5 extraurbano; 4,9-4,8 l/100 km e 128-126 g/km CO2 misto). Este motor possui um sistema de processamento de gases de escape em tudo semelhante ao do 1.5 Turbo D.

Do lado dos motores a gasolina, o Grandland X oferece o 1.2 Turbo PureTech com injeção direta, capaz de debitar a potência máxima de 130 cv. Trata-se de um sofisticado motor de três cilindros que venceu consecutivamente o título de Motor Internacional do Ano nos últimos quatro anos. Está equipado com filtro de partículas de gasolina (GPF) e pode ser encomendado com caixa manual de seis velocidades ou caixa automática de oito velocidades. A variante a gasolina do Grandland X consegue alcançar 188 km/h de velocidade máxima e acelerar de zero a 100 km/h em 10,1 segundos (consumo[2], caixa manual: urbano 6,1-6,1 l/100 km, extraurbano 4,9-4,8 l/100 km, misto 5,3-5,2 l/100 km, 121-120 g/km CO2); caixa automática de oito velocidades: urbano 6,1-6,0 l/100 km, extraurbano 4,9-4,8 l/100 km, misto 5,3-5,2 l/100 km, 121-119 g/km CO2).

Mokka X: gama de motores sobrealimentados inicia-se no 1.4 Turbo de 120 cv

No modelo Mokka X, a transição para a futura norma Euro 6d-TEMP resulta num motor de entrada de gama, a gasolina, mais potente - o 1.4 Turbo de 120 cv (consumo[2]: 8,1-8,0 l/100 km urbano; 5,7-5,5 l/100 km extraurbano; 6,6-6,4 l/100 km e 151-148 g/km CO2). Isto significa que, ao contrário do que acontecia antes, o pequeno SUV mais aventureiro da Opel passa a ter um leque de motorizações preenchido exclusivamente com opções com turbocompressor. O novo 1.4 Turbo tem tração dianteira e caixa manual de seis velocidades, substituindo o 1.6 ‘atmosférico’ de 115 cv.

A renovação de motores de acordo com a nova norma Euro 6d-TEMP faz parte do compromisso da Opel de tornar-se líder na redução de emissões de veículos. Os próximos passos neste caminho corresponderão ao lançamento de quatro modelos com motorização eletrificada até 2020, incluindo a próxima geração Corsa, que terá uma versão elétrica alimentada a baterias, e o Grandland X híbrido ‘plug-in’. Em 2024 a Opel tornar-se-á numa marca ‘eletrificada’, oferecendo uma versão elétrica - híbrida ou a bateria - em cada um dos seus modelos, a par das versões com motores térmicos.

O novo ciclo WLTP: valores de consumos mais realistas

O trabalho de renovação da Opel à luz da norma Euro 6d-TEMP coincide com o surgimento do Procedimento Mundial Harmonizado de Teste de Veículos Ligeiros (Worldwide Harmonized Light Vehicle Test Procedure, WLTP), novo regulamento que define as medições de consumos e emissões, obrigatório para todos os automóveis novos matriculados a partir de setembro deste ano.

Tal como o anterior New European Driving Cycle (NEDC), o WLTP é um teste realizado em laboratório. Mas, em vez de ciclos “urbano, extraurbano e misto” baseados num perfil teórico de utilização do automóvel, a norma WLTP utiliza perfis de condução “reais” extraídos de um inquérito estatístico mundial. O ciclo WLTP está dividido em quatro partes, assentes em diferentes médias de velocidade: baixa, média, alta e muito alta. Cada parte é composta de uma variedade de fases de condução, paragens, acelerações e travagens, que refletem perfis de utilização no dia-a-dia.

Cada combinação motor/transmissão de um determinado modelo é testada com a versão de equipamento mais económica e com a versão mais intensa do ponto de vista do consumo. Os resultados obtidos são comparáveis à escala mundial, enquanto os valores NEDC eram válidos apenas para a Europa.

‘Real Driving Emissions’ - medições em estrada e em laboratório

Na altura em que se iniciou a transição para o WLTP, em setembro de 2017, a norma de emissões Euro 6c tornou-se obrigatória para todos os novos modelos. Os modelos que cumprem os limites estipulados no teste de Emissões Reais em Condução (Real Driving Emissions) são homologados de acordo com a norma Euro 6d-TEMP. O RDE complementa o WLTP e mede os poluentes libertados pelo automóvel em circulação em estradas públicas.

A norma Euro 6c torna-se obrigatória para todos os veículos novos matriculados a partir do próximo mês de setembro de 2018. A norma Euro 6d-TEMP será imposta para todos os veículos novos matriculados a partir de setembro de 2019.

A regulamentação Euro 6d-TEMP tem um fator de conformidade de óxidos de azoto (NOx) de 2.1, que corresponde à margem máxima de erro admitida para exceder o limite de emissões de NOx em condições reais, medidas no teste RDE. A norma Euro 6d-TEMP será substituída em janeiro de 2020 pela Euro 6d, com um fator de conformidade de 1.0 (acrescido de uma margem de erro de 0,5) para novos modelos. Essa mesma norma torna-se efetiva em janeiro de 2021 para todos os veículos novos matriculados.

 

 

[1] Valores WLTP convertidos para NEDC para efeitos de comparação

[2] Consumos WLTP convertidos para NEDC para efeitos de comparação

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