Novo Opel Corsa é referência em aerodinâmica | Media OPEL Portugal

Novo Opel Corsa é referência em aerodinâmica

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Ter, 30/07/2019 - 10:00


  • Coeficiente de apenas 0.29 Cd coloca o novo Corsa no topo da classe;
  • Cortina ativa na grelha, carenagem inferior e ‘spoiler’ traseiro;
  • Aerodinâmica dá contributo decisivo para reduzir consumos e emissões;
  • Estreia mundial do modelo no Salão de Frankfurt, em setembro.

O Opel Corsa foi, desde sempre, líder em inovação. A nova geração do modelo, que tem estreia mundial marcada para setembro no Salão de Frankfurt, não foge à regra. Para além de tecnologia inédita no segmento, como os faróis de matriz de LED, e de uma lista completa de sistemas de assistência à condução, bem superior à de grande parte dos concorrentes nesta classe, o novo Corsa destaca-se também no capítulo da aerodinâmica.

Tal como sucedeu com todos os modelos mais recentes da Opel, a aerodinâmica da sexta geração Corsa foi otimizada no túnel de vento do Instituto de Pesquisa de Engenharia Automóvel da Universidade de Estugarda. O resultado final traduz-se num coeficiente de resistência ao ar (Cd) de apenas 0.29, o que é um excelente valor para um automóvel destas dimensões. A reduzida área frontal de 2,14 m2 contribui também para tornar o novo Corsa num dos automóveis mais aerodinâmicos da classe.

«A aerodinâmica é uma das áreas que nos permite aumentar a eficiência dos nossos automóveis», explica o Diretor-Geral de Engenharia Christian Müller. «Motores modernos, a gasolina e a gasóleo, bem como tecnologia avançada de eletrificação, são as outras ferramentas que estamos a utilizar para cortar significativamente em consumos e emissões de CO2. Todas estas tecnologias fazem parte do novo Corsa, que também estará disponível, pela primeira vez, numa versão elétrica Corsa-e

Face aos desafios colocados em matéria de emissões de CO2, o apuramento aerodinâmico ganha importância crescente na indústria automóvel. Menor resistência ao avanço significa menos energia para locomover o automóvel, o que se traduz em baixo consumo de combustível e menores emissões. A título de exemplo, refira-se que um corte de 10 por cento no coeficiente aerodinâmico produz uma redução de cerca de dois por cento nos consumos NEDC, ou de cerca de cinco por cento quando o automóvel se desloca a 130 km/h.

Para atingirem um valor referencial de 0.29 Cd, os engenheiros da Opel dedicaram especial atenção a variados detalhes. Por exemplo, o fundo do automóvel possui carenagem desde o compartimento do motor até ao eixo traseiro, o que melhora a passagem do ar sob o veículo. Por seu turno, o ‘spoiler’ colocado no topo da tampa da mala reduz a turbulência na traseira ao mesmo tempo que cria força descendente sobre o eixo traseiro. Este é um fator que intervém decisivamente na elevada estabilidade direcional do novo Corsa, especialmente a velocidades mais altas em autoestrada.

Novidade nos subcompactos: cortina ativa na grelha dianteira

O novo Corsa está equipado com cortina ativa na grelha dianteira. Ao fechar a entrada de ar quando há menor necessidade de arrefecimento do motor, este dispositivo, que até agora só se encontrava em automóveis de segmentos superiores, retira da equação aerodinâmica a turbulência no compartimento do motor. Quando está fechada, a cortina deflete o ar para baixo e para os lados do automóvel.

O funcionamento da cortina é regulado de acordo com a temperatura do líquido de refrigeração do motor e a velocidade do automóvel. Por exemplo, abre quando o motor trabalha em maior esforço ou no tráfego citadino intenso com temperaturas ambientes mais elevadas.

A sexta geração do ‘best seller’ utilitário da Opel não é o primeiro Corsa aerodinamicamente otimizado que a marca alemã apresenta em salões. No certame de Frankfurt de 1995, a Opel surpreendeu com um estudo de engenharia baseado no Corsa para o chamado ‘three litre car’ - à época, um objetivo perseguido por fabricantes de relevo para alcançar consumos médios de combustível inferiores a 3,5 litros por cada 100 quilómetros. O Corsa Eco 3 estava equipado com um ‘spoiler’ traseiro derivado do GSi, defletores colocados à frente das rodas dianteiras e traseiras, entre outras medidas de intervenção bastante profunda no campo da aerodinâmica. O resultado, particularmente notável por tratar-se de um pequeno automóvel de três portas, fixou-se em apenas 0.29 Cd. Vinte e quatro anos volvidos, um modelo de produção em série alcança o mesmo resultado: o novo Opel Corsa.

 

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